sábado, 9 de maio de 2009

Adoro


Adoro
você
teu tempero,
meu dendê.

Teu gosto,
teu cheiro,
é meu desgosto,
sem ti o dia inteiro.

E chego
e abraço
e aperto
e beijo.
Te beijo todo até obter teu queijo.

E lambo
e mordisco
e chupo
e punheto.
Te faço gozar até teu pau ficar bem quieto.

Me deito ao teu lado,
teus carinhos em minha xana.
Te excito de novo
só prá ver se te dou gana.
...
...
...

quarta-feira, 29 de abril de 2009

A menina do shortinho




NOvamente estou aqui, relatando um fato que ocorreu com um amigo meu em alguma época de sua existência. Como sempre, relato os fatos da mesma forma que ele me contou...

Fui levar meu amigo, sua esposa e seus filhos para reverem seus avós, posto que já havia mais de 5 anos que não se viam.Eles não tinham condições financeiras para custearem tal viagem, então, comovido, os levei para reverem antigos parentes.

MOro numa cidade próximo a SP capital, e a viagem duraria cerca de 8 horas em meu carro, até uma cidade do interior. A viagem seguiu tranquila, quando os avós e demais parentes se emocionaram com o reencontro.Eu não conhecia nenhuma pessoa, e me senti meio que perdido no meio de tanta gente nova.

Mas vamos ao que interessa.Evidentemente no meio de tantas pessoas novas, sempre aparece algumas mulheres bonitas e gostosas.Um olhar mais detalhado revela um algo a mais no ar, quando os olhares se cruzam.

Não foi diferente naquela cidade.Descarregamos as coisas e eu estava querendo descansar um pouco, quando percebi que a casa era muito pequena, sendo que as pessoas iriam dormir em beliches e até na sala.

Meio que constrangido, optei por um hotel.Tomei um relaxante banho, me masturbei vendo uma revista pornô que comprei numa banca de jornais e dormi umas 3 horas.

Saí para abastecer o veículo e quando me preparava para almoçar num restaurante, algumas pessoas me reconheceram, pedindo que eu retornasse na casa onde todos estavam.

Ficaram chateados, me acusando de ser metido, esnobe etc e tal.Expliquei o meu lado, mas não os convenci.Resolvi provar minha simplicidade, aceitando o almoço.Coloquei shorts e bermuda, fiquei bem a vontade.Como malho direto em academia, fazendo musculação e jiu jitsu, fui alvo de olhares discretos de algumas meninas.

Após o almoço,jogamos snooker e assitimos a filmes.DEpois disso resolvi dar um passeio pela cidade, uma vez que a tardezinha estava bem convidativa.

A prima de meu amigo veio conversar comigo na pracinha.Comentou que eu tinha razão em querer ficar no hotel, pois a casa estava realmente repleta de pessoas.De noite ficou convencionado que outra família iria recepcionar metade das pessoas, pois caso contrário pessoas teriam que dormir na cozinha!

Essa prima de meu amigo é um amorzinho de pessoa, sempre sorrindo.Ao virar de costas, imediatamente olha para trás, tentando flagrar quem fica de olho gordo naquela bundinha bem feita, sempre dentro de shortinhos.

Quando anoiteceu, eu já estava de pau duro.Pequei minhas coisas e levei na nova casa, onde eu ficaria.Minha cama seria na parte de baixo de um beliche, num dos 3 quartos daquela casa.Quando fui pegar um refrigerante aparece uma menina de uns 18 anos me trazendo um bilhete:

"QUANDO A ÚLTIMA PESSOA APAGAR A LUZ, ESPERE 30 MINUTOS E VÁ PARA A SALA".

Meu pau, que já estava duro, soltou uma gota de líquido pré gozo mediante simples leitura do bilhete retro mencionado.Li, reli, voltei a olhar o bilhete e não sabia o que fazer.Seria uma brincadeira boba? Poderia confiar num bilhete desses? Seria mesmo a menina do shortinho que mandou o bilhete? Essas questões aparentemente simples criaram uma situação de alta indagação em meu cérebro.

E o pior é que a menina do shorts não sorria mais para minha pessoa, tampouco quis ficar perto, como fazia antes.

Eu sabia que em cidade pequena as pessoas dormem cedo, e isso aumentava meu desespero.Saí novamente de carro,fui em direção a um ponto turístico da cidade, onde rolam as paqueras.Num dado momento uma menina acompanhada de uma senhora me olha e dá um sorriso.De plano fiz o contorno e a aguardei quadras adiante.Ela se livra daquela senhora e vem conversar comigo.Saí do carro e fiquei numa pracinha conversando com ela, que acabara de se livrar da mãe.....rs

TRocamos alguns beijos, rolou aquele amasso gostoso, mas ela ficou com medo, pois eu vivia de pau duro, roçando em suas coxas e bumbum.Não rolou nem uma passada de dedo mais ousada, muito menos uma chupadinha.Tá certo que ela era virgem, mas não consegui colocar o dedo,nem chupar, e muito menos comer aquele cuzinho.

Meio que frustrado, deixei aquela menina em sua casa e retornei naquela casa.Assistiam a novela.Escutei um pouco de música, voltei a ver tv, jogava conversa fora, sempre cuidando para que a ereção não me deixasse em situação constrangedora.Eu olhava o relógio e o coração disparava.A menina do shorts sequer me olhava.Estava me sentindo concomitantemente frustrado e com raiva da situação.

Os mais velhos foram se recolhendo.Os minutos avançavam sobre o relógio, mas minha excitação diminuiu.Pensava o que tinha feito de errado para receber taldesprezo.

As pessoas iam tomando banho e se dirigiam aos quartos para dormir.Fui o último a tomar banho.Quando baixei minha cueca vi a marca do líquido pré gozo que formou aquela mancha na frente da cueca.a cabeça do pau estava lisa,cheio de líquido.Esfreguei o pau, estava começando a socar uma punheta quando ouvi gritinhos e risadas vindo da cozinha.Parei a masturbação, acabei o banho e fui para a parte inferior da beliche, num dos quartos.

Fui eu quem apagou a última luz!!!!Eram 23:18,e qualquer pessoa com raciocínio mediano saberia que acrescido de 30 minutos, o horário combinado seria 23:48, na sala.

Pessoal, nesses momentos o tempo não passa!!!!!Meu pau, estufado dentro do shorts, incomodava.O pior que na beliche, sequer teria como me masturbar, posto que balancaria toda a estrutura da madeira, me denunciando no ato.

NO meio de tanto ronco,a escuridão era total.A porta estava encostada, e eu já havia decorado o trajeto até a sala.

Corriam os minutos e eu não sentia nenhum ruído de porta se abrindo, ou mesmo passos em direção á sala.Eu estava com umas camisinhas dentro do shorts,aguardando qualquer movimentação ou barulho estranhos.

Mas nada.A lua estava feia, o céu escuro, com nuvens igualmente feias.De um lado estava bom, pois se fosse lua cheia, certamente clarearia a noite.

Quando faltava um minuto para 23:48 eu já estava apertando o pau, com os olhos abertos na escuridão, e os ouvidos bem alertas.Mas o que eu ouvia eram roncos.Esperei passar um minuto, e exatamente as 23:49 eu fui na ponta dos pés até a sala.Após muito refletir, se alguém me visse na sala, não configuraria nenhum ilícito....

Fiquei sentado no sofá, do lado da parede, evitando a janela.Passou-se 1 minuto e nada.Dois minutos e nada.Quando estava quase desistindo vi uma das portas se abrir, lentamente.NOssa, parecia que a porta nunca terminaria de se abrir.Um vulto caminha pelo escuro, lentamente, na ponta dos pés descalços.Quando chega perto de mim, coloca um dedo nos lábios, pedindo silêncio.Eu já estava trêmulo com aquela situação quando ela chega do meu lado, cola sua boca no meu ouvido direito e fala:

"_Tira minha roupa".

Apalpei aqueles seios, ela gemeu.Encostei meu pau nas coxas, ela fechou os olhos, me agarrou e apertou o corpo sobre o meu.O beijo foi malicioso, cheio de vontade, líquido saía do meu pau.Atolei o dedo na xana e descobri que a recíproca era verdadeiro.

Ela levanta uma das pernas e fica tentando colocar o pau xana adentro, mas não conseguiu.

Ambos olhávamos para o corredor, com justo receio de flagrante em pleno ato.

Ela me puxa pela mão e me leva até o fundo da cozinha.SE apoiou no tanque de lavar roupa e eu fui caindo de boca nos seios, que chupei gostosamente, com aquela pressão e mordidas nos bicos.Entre gemidos, ela confessou que queria muito meu corpo, minha boca, que achava que eu não prestava e que eu devia ser muito safado.

Como resposta a segurei em sua nuca e ela logo entendeu.Segurou meu pau e meteu a língua na glande, sentindo o líquido na boca.Foi abrindo a boca e fazendo vaivém gostoso.Eu a levantei e deixei com a bundinha do meu lado.Assim ela me chupava e eu metia os dedos na xaninha, encostava no cuzinho piscante.

Forcei a cabeça dela no meu pau e ela foi engolindo cada vez mais, até que por fim engasgou com o pau, que bateu na garganta.Delícia!!!!!Ela sentiu ânsia e tirou a boca do pau.Vi uma toalha pendurada no varal e a deitei em cima.CAí de boca na xana, chupando, metendo a língua, sentindo as contrações da xana e do cuzinho em meu dedo.

Quando forçou minha cabeça no meio das pernas tive a certeza que gozou.Ficamos no 69, comigo por cima.Baixei meu shorts , coloquei camisinha e fui entrando na xana, apertadinha.Ela pedia calma e eu seguia com a cabecinha dentro da bucetinha, que mordia meu pau.Quando ela foi gemendo em meu ouvido tiver certeza que queria mais, e fui soltando o peso.O pau foi entrando.Foi lento, forçado, até que senti que bateu o saco.Pequei sua mãozinha e coloquei no saco, onde ela mesma percebeu que entrou tudo.

Ela tremia, pedia cuidado.Eu estava quase gozando.Parado, passava o dedo no cuzinho, ambos de olhos fechados.As vezes abria os olhos e a via concentrada, de olhos cerrados, curtindo o pau adentro.Até que ela foi gemendo, jogando o quadril de um lado do outro.

Soltei o peso, o pau bateu no fundo, tirei quase tudo, voltei a colocar, tirei, coloquei, e ela gemia, me arranhava as costas.Fui aumentando a velocidade e sabia que eu ia gozar.Por isso mesmo mudei de posição, coloquei as pernas dela em meu peito, soltei o peso e ela disse....

_" Ai, assim não.....não....ai.......ai....ohhhhhh...ohhhhhhhhhhhhh....ahhhhhhhh.....hummmmmmmmm....não......ai .....ohhhhh"

Quando percebi que ela gemia assim porque estava gozando, meti com fúria, soltando peso, controlando meu equilíbrio com as pontas dos meus pés.Soquei com tudo, senti o gozo vindo e ela seguia gemendo, gozando junto comigo.

Ela já veio preparada, pois desenrolou o papelo higiênico e nos limpou.Quis comer o cuzinho mas o pau amoleceu.Pedi para ela cair de boca no meu pau, mas ela olhou dentro da casa falou que era para entrarmos.

Tentei argumentar, dizendo que daqui a 3 horas poderíamos retornar de novo nos fundos da cozinha, mas não a convenci.

Dormi, acordei, tinha a impressão que alguém poderia ter visto ou mesmo desonfiado, mas ninguém mencionou nada.

DE manhã ela me serviu café, me olhou no fundo dos olhos e confidenciou baixinho que foi delicioso.Meu pau subiu no ato.

Faltava o rabinho dela.Retornei ao hotel, que falaram que eu tinha direito de ficar por lá até o meio dia.

voltei para a casa, conversei com ela e falei que o estacionamento do hotel era na parte de baixo e que daria para ela ir na ponta dos pés do meu carro até o meu quarto, caso ela quisesse.

Ela concordou, desde que fosse por volta das 13, 14 horas.Voltei ao hotel e paguei mais uma diária.

As 14 horas e 9 minutos eu entrei com meu carro.Ela estava no banco de trás, deitada.Nenhum funcionário nos viu.Abri a porta, fiz um sinal e ela veio descalça, correndo e entrou no quarto.Voltei e fechei o meu carro.

Corremos arrancando a roupa um do outro e vi a bucetinha que tinha comido de noite.Dessa vez pude apreciar a cena.Olhei de perto, lambi, chupei, mordi, esfreguei a cara, o nariz.Caí de boca, e ela dessa vez veio colocando a boca no meu pau.Ficamos nos chupando, ela gozou, então eu a penetrei de quatro, na xana, olhando o rabinho.Encostei o dedo no cuzinho enquanto o pau entrava e saía da xana.Eu estava muito doido, suando, metendo com tudo e ela gozando no meu pau.Quando começou a gemer forte parei, aumentei o volume da tv e do som.Voltei a socar o pau e ela gozou de quatro.

Chupei o cuzinho, meti um dedo.Enfiei o segundo, encostei o pau e ela olhou para trás, rebolando o rabo.

Encostei o pau , forcei e o pau entrou.Entrou mais fácil do que na xaninha!!!!!!(Depois eu soube que ela dá mais o cuzinho do que a xana)....medo de engravidar hehehe...

O pau entrou, foi até o saco e ela gemia, se debatia, falava palavrões.

NOssa, ela se transformava quando dava o cu!!!!!FAlava para meter com força, rápido, que adorava dar o cu desde criancinha, que era puta, que eu era comedor de cu, que era para meter com tuuuuuuuuuuudo que estava gozando.

Eu já não aguentava mais e falei que ia gozar.sua reação foi jogar a bunda para trás, rebolando os quadris e meteu o dedo no grelo.Virou a cabeça, pediu um beijo.Quando eu a beijava, senti meu corpo tremer e a porra sair em jatos dentro daquele intestino quente.

Tomamos banho, e o drama maior foi sair do quarto do hotel.Alguém desconfiou dos barulhos, e estávamos sendo vigiados.Foram momentos de tensão.Eu abria e fechava a porta, com medo.Até que num descuido ela saiu correndo e entrou no carro.Quando chegamos na casa todos nos olharam com desconfiança.Cidade pequena é fogo.Quando fomos embora o comentário seguia solto.Da menina do shortinho ficou a saudade.Falaram que eu era de São Paulo,que era mulherengo e uma série de surrealismo.

Dessa época ficou somente a saudade.Tenho vontade de voltar para lá, descobrir se a menina do short continua por lá heheheh.

As delicias que o msn traz


Costumo ficar no msn ate altas horas batendo papo com meus amigos. Eu sou alta... cabelos cachados compridos... castanho claro. Peitos fartos mas, durinhos. Bumbum grande... Conversavamos sobre tudo, eu estava naquela noite de shortdoll e sem calcinha... Pra xana respirar neah? De repente um amigo comessou a falar coisas picantes... E eu comecei a me exitar. Ele dizia pra eu passar a mão no grelinho e que imaginasse que era ele. Comecei a gemer e liguei a can... ele também... Ligamos os microfones... Ele batia a punheta mais bem batida que já vi. Depois ele começou a falar sobre kamasutra e marcamos para no outro dia ele passar la em casa. Meus pais foram ao teatro e fiquei sozinha. Ele chegou pontualmente as 7 e eu estava com um vestido estampado curto... Ele chegou e disse bachinho: você esta deliciosa! Me deu um beijo na trave e entrou. Fui para a coizinha e ele veio atraz... Me agarrou por traz e me encochou... Senti sua mão levantando o meu vestido e seu dedo por entre minha pele e calcinha... _espera! Disse eu... vamos jantar primeiro. Levei o jantar para o meu quarto. ( não podia correr o risco de meus pais chegarem e nos encontrarem na sala). Subimos e comememos pene a bolognesa.... Sugestivio não? Bebemos, suco... eu era de menor... e sou certinha... quase uma santa! Kakapkskoakopak Depois ele me carregou e me jogou na minha cama... Mordeu minha orelhinha... E eu dizia desce! Mordeu minha boca... me deu um beijo delicioso e molhado... meu pescoço... -desce! Mordeu e lambeu meus ombros... Baixou as alças do meu vestido e beijou meus seios.... Eu fiquei arrepiada! Ele tirou meu vestido e beijou meu umbigo... Já estava muito exitada.... Tirou a camisa e se deitou por cima de mim... Senti o membro duro dele encostando em minhas pernas... Me sentei por cima dele e tirei sua cueca... Segurei o seu pau que já estava duro e massageei devagar... Ele estava entrando em transe... Pus o mebro dele em minha boca... Chupei como um sorvete... passava a língua por baixo e por cima e sugava... Ele me levantou... Abriu minhas pernas pegou seu mebro e pos todo devagar.... Ele punha e tirava aternando entre rápido e devagar e eu estava quase laa... Gemiaamos e gritávamos... Sssssssss Aii Ele segurava em meus seios... Nos viramos e eu cavalguei gostoso naquele pênis grande e duro... Derrepente ele gozou... e depois eu... Que deliciia! Repetimos varias vezes... E tivemos dias melhores... Depois eu conto outro conto! Xupões piás!

de

http://www.contosfemininos.com.br/contos/7637.html

terça-feira, 28 de abril de 2009

Na biblioteca com meu professor de história

Lembro-me como se fosse hoje, o dia em que finalmente realizei uma das minhas fantasias sexuais.

Certa vez, precisei ficar até mais tarde na escola e coincidentemente, o professor pelo qual estava apaixonada também ficou. Há muito tempo tinha percebido certos olhares dele sobre mim durante as aulas, assim como ele também já devia ter percebido os meus. Já havia comentado com amigas que poderia até tentar alguma coisa com esse professor; elas inclusive me apoiaram, porém não tive coragem. O que foi diferente nesse dia.


Estava na biblioteca – que apesar de grande estava vazia - estudando para uma avaliação que teria, quando o avistei de longe - ele estava aproximando-se e já havia percebido que eu estava lá. Resolvi não ligar, podia ser apenas impressão. Depois de algum tempo ele entrou na biblioteca, me cumprimentou e comentou que estava procurando um livro para ler já que não estava fazendo nada naquela tarde. Olhou em minha direção e falou:


- Parece que o livro que estou procurando está com você


Aproximou-se por trás e falou baixo em meu ouvido me causando arrepios:


- Você me empresta?


Virei-me para olhá-lo de forma mais detalhista. Ele estava mais lindo do que nunca! Vestindo uma calça formal e uma camisa quadriculada que estava justa ao corpo, dando destaque às suas formas. Respondi:


- Não posso. Estou estudando para o seu teste, esqueceu?


Falei dando ênfase ao ‘seu’ e ele me respondeu se aproximando mais ainda de minha orelha:


- Não tem problema algum, eu te ensino em minha casa


Deu uma mordida em seguida e fiquei surpresa com sua resposta, mas não neguei. No momento me senti uma vadia completa, porém era a minha chance de realizar a minha fantasia sexual com ele, meu professor de história.


- Você vai me ensinar história ou anatomia? Dependendo do que seja, penso em seu caso


Dei uma piscadela e levantei da cadeira, me aproximando dele. Resolvi dar-lhe um selinho e o entregar o livro. Fui me distanciando e ele me puxou pelo braço, jogou o livro na mesa e me beijou com volúpia me fazendo assim perder o fôlego e ficar excitada. Algumas passadas de mão por debaixo de minha saia, a biblioteca já estava ficando quente demais para nós dois. Interrompi o beijo e falei ofegante:


- Você não ia me ensinar em sua casa?


- E quem disse que eu vou agüentar até lá?


Voltou a me beijar ardentemente e me empurrou contra a parede. Confesso que toda aquela situação estava me deixando mais excitada, já podendo sentir um volume nas suas calças. Enquanto ele tentava desabotoar minha blusa, eu passava uma das minhas mãos entre suas coxas podendo sentir sua respiração mais ofegante do que nunca. Terminou de desabotoar e tirou minha blusa, vendo meu soutien que não ficou por muito tempo no lugar que estava já que ele o arrancou e começou a sugar meus seios. Ele alternava entre chupar e massageá-los.


Tirei a camisa dele com um pouco de dificuldade podendo finalmente ver seu físico. Desabotoei sua calça com certa violência e necessidade; a abaixei e vi sua cueca samba-canção já quase rasgando de tão excitado que ele estava. Comecei a acariciar seu pênis ainda com a cueca o deixando louco, abaixei sua cueca, o olhei e falei:


- Grande hein?


Comecei a chupar seu pau devagar, ele agarrou meus cabelos aumentando o ritmo do meu ‘boquete’. Já sentindo o seu pré-gozo, parei e ele me jogou em cima da mesa de estudos.


- Pronta?


Falou antes de arrancar minha saia e logo depois minha calcinha, abrindo minhas pernas e se posicionando entre elas. Começou com um leve movimento alternando entre a língua e os dedos e depois foi aumentando o ritmo o que me fazia gemer mais alto do que o esperado. Por impulso ele tapou a minha boca, para que ninguém pudesse ouvir. O avisei que iria gozar e ele parou. Olhou para mim, deu um sorriso malicioso e beijou minha barriga, que contraiu quando seus lábios encostaram-se à mesma.


Levantou-se e posicionou seu pênis ereto na entrada da minha vagina e pude o sentir entrar primeiramente em movimentos leves e depois estocando mais forte e mais rápido. Me levando à loucura mesmo sentindo dor por tamanha grossura do seu pau. Gozamos juntos; estávamos suados, ofegantes e muito cansados. Deitou por um instante sua cabeça sobre minha barriga, mas logo levantou-se e foi se vestir. Antes de me vestir, peguei um lenço que estava em minha bolsa e me limpei. O que mais me deixou excitada foi o fato que poderíamos ser pegos a qualquer momento. O que por pouco aconteceu.


Quando estava terminando de abotoar minha blusa e ele a sua calça, o professor de física entrou e mesmo estranhando, fingiu que nada viu e pediu para conversar com o professor. Peguei minha bolsa, o livro e perguntei:


- Professor, o senhor ainda vai querer o livro?


Ele me deu um sorriso safado e disse que outro dia me cobraria e que isso ainda não havia terminado. Saí da biblioteca e fui pra casa pensando no que ele havia falado. Dormi ainda com aquilo na cabeça e no outro dia sabia que aquilo teria volta.

de

http://www.casadoscontos.com.br/texto/200807400